Empresa 2.0

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Segundo Andrew McAfee, nesses últimos anos surgiu um novo tipo de gestão empresarial, a chamada “Empresa 2.0”. Tais empresas fazem uso das chamadas “tecnologias de ruptura”, tais como redes sociais, blogs, twitter, etc, aumentando assim a transparência da empresa e a interação com o público.

Segundo McAffee, “muitos executivos reclamam que estão ocupados demais para participar de redes sociais. Mas aqueles que já escrevem em sites como o Yammer [microblog para empresas] relatam que a iniciativa economiza tempo. Isso porque conseguem transmitir informações importantes e contar as novidades rapidamente. Parte da genialidade do twitter está no fato de aceitar apenas 140 caracteres. Ou seja, é uma mensagem rápida e que não toma muito tempo” (p. 39).

O uso de novas tecnologias influencia até na estruturas das empresas. Segundo o autor, já se vê “algumas transformações nas empresasque estão investindo nessas tecnologias. Elas são mais horizontalizadas, e os gestores administram equipes maiores. Um estudo da consultoria McKinsey mostrou um aumento de cerca de 20% nas inovações, além de maior satisfação dos consumidores e dos empregados” (p. 39).

As novas tecnologias devem ser adotadas progressivamente pelo mundo empresarial. Muitas empresas já o fazem, aproveitando os benefícios e a interatividade que as novas redes da web podem trazer para os seus negócios. As que não fazem, entretanto, devem considerar seriamente a possibilidade de aderir às tecnologias de ruptura, se adaptando às rápidas mudanças que essas ferramentas vem proporcionando à sociedade.

Cássia Moraes
Marcelo Fernandes

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* Artigo baseado na entrevista de Andrew McAfee para a revista Época Negócios, ano 3/março 2010/nº37.

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