Populista corrupto, pateta ineficiente

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Faz tempo que venho defendendo a ideia de que o “Populismo” como expressão do poder no Brasil é fruto de uma tentativa fracassada de inclusão do povo no jogo da Política. A liderança populista quase sempre usa o povo a favor de si e dos seus asseclas, sem nenhuma compostura ética-moral. Ainda não vi o Populista de plantão criar as condições de emancipação do povo. Pelo contrário, no poder ele manipula o Estado e a sociedade em favor de si mesmo e do seu grupo via corrupção. E fora do poder, ele planta demagogia e mentiras irresponsáveis em nome da defesa do povo.

A população desinformada, aflita em busca de solução dos seus problemas básicos, acaba atuando como instrumento de turbulências, sendo utilizada como desestabilizadora de políticos recém eleitos. Ciente da situação, o populista de plantão, fora do poder, pratica a máxima do quanto pior, melhor, transformando o recém eleito em um “pateta” ineficiente. O ciclo se fecha com o retorno do populista ao poder. Como a experiência errou, a máxima do “Rouba, mas faz” legitima-se. Corrupção e Ineficiência são faces da mesma moeda.

A Política torna-se jogo estéril e pendular entre Populistas e Patetas, desde então, adeptos da corrupção e da ineficiência. A Política hora é instrumento de enriquecimento ilícito, hora palco de veleidades. Em conluio, Populistas e Patetas buscam fazer das eleições um Fla-Flu entre eles, impedindo a emergência de novas lideranças. Assim, conduzem a sociedade ao fundo do poço, eliminando riquezas, empregos, a auto-estima e, no final, protagonizam um show de horrores. Quem paga a conta sempre somos todos nós.

Tem como desatar este nó? Sim! Cada um de nós, o povo deve recuperar a Política como atividade nobre, retirando-a das mãos de Populistas e Patetas, da corrupção e da ineficiência. Temos que nutrir em nós mesmos o sentimento de co-responsáveis pela gestão da coisa pública, de Brasília, de São Paulo, de Marília.

Nosso primeiro passo deve ser dado em 2018. Precisamos votar bem e conscientizar o próximo deste dever ético-moral-cívico. Precisamos aposentar a elite política de Populistas e Patetas pelo voto. Temos que votar em gente de passado honesto, com carreiras sólidas e eficientes na vida privada. Que não vivam da Política, mas sim para a Política. Do contrário, vamos sempre pagar a conta, “pagar o pato”. O país, o estado, a cidade não agüenta mais. Vamos contribuir juntos para essa renovação/reciclagem da Política? Renovar/Reciclar é preciso … Pense nisto!

Marcelo Fernandes

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